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5 COISAS QUE APRENDI MUDANDO DE CASA

Falando sobre: Cotidiano
02 jan 2017

Recentemente falei nas redes sociais sobre minha mudança de casa. Pois é, em plena correria de fim de ano, eu mudei de casa. E de cidade também.

Mas essa não foi minha primeira mudança, por isso não considerei uma tarefa difícil. Tirando as mudanças que fiz com minha família enquanto criança (porque dessas eu não me lembro muito bem), já mudei de casa SETE vezes, contando com essa última.

Parece muita mudança pra uma pessoa só, ainda mais que nem fiz 30 ainda, né? Mas cada uma delas foi muito produtiva e, pra falar a verdade, nem me incomodaram muito.

 

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Casinha de SJC <3

 

A primeira foi difícil, foi num período sofrido da minha família, no meio da separação dos meus pais.
Depois dessa vez, mudei pela primeira vez sozinha, sem minha família. Fui morar com André por uns tempos, já que meu plano era uma mudança diferente alguns meses depois.
De lá eu me mudei pra Nova York, fiquei um tempo fazendo intercâmbio. E mesmo lá, eu mudei 2 vezes de casa em um ano.

Quando voltei pro Brasil foi outra mudança: André tinha se mudado pra São José dos Campos, então voltei já pra uma casa totalmente diferente.
São José foi uma cidade muito boa pra mim, apesar de eu morrer de desgosto por não ter nenhuma opção de faculdade pra mim (pra quem não sabe, estudei tecnologia da informação, mas ainda sonho com um curso de moda).
Mas tirando os contratempos, a soma dos 2 anos na ‘grande cidade do interior‘ foi muito boa pro meu crescimento pessoal e profissional.

 

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Eu tenho uma vida um pouquinho diferente, pois a profissão do André requer uma certa mobilidade. E como o meu trabalho é bem mais flexível, aqui estou eu me mudando novamente 🙂

Minha última parada está sendo a cidade de Santos, no litoral Sul de São Paulo.
A vida segue uma loucura, porque a gente sempre acha que tudo vai se ajeitar bem rapidinho, mas na prática não é bem assim. As caixas continuam a ocupar espaço, os móveis da casa anterior não servem pra nova e as visitas à lojas de mobília e decoração começam a ser recorrentes.

Sem contar meu espaço de trabalho, que é uma coisa super particular, já que preciso de uma espécie de ateliê, equipada para gravar vídeos e também um escritório. Então está sendo um grande desafio!

Nos próximos dias escrevo um post com inspirações de ateliê pra vocês. Sem deixar de ir documentando passo a passo da montagem do meu aqui e no Youtube! 🙂

Mas, como tudo na vida, minhas mudanças me ensinaram várias coisas e eu queria dividir um pouquinho com vocês:

1. Por mais que você se organize, mudança estressa
Sim, mudança é uma coisa altamente estressante. Tem que lembrar de cada coisa, que olha… Desde lembrar de separar tudo que estava esquecido nos armários dos banheiros, até fazer cálculos mirabolantes de comida, pra não desperdiçar nada no dia de mudar, mas também não passar fome até esse dia chegar.

2. Você tem coisas demais
Essa me faz rir toda vez que penso a respeito. Eu, literalmente, tirei uma montanha de coisas antes de mudar, enquanto separava as caixas do que ia levar. Só que chegando na casa nova, adivinha só? Outra montanha de coisas que eu não sei porque trouxe. Essa última mudança principalmente me fez enxergar o quanto de coisa inútil e NOVA estava pesando na minha casa e, consequentemente, na minha vida.

3. Planejar uma casa/vida nova é um desafio bom
E eu não estou falando de comprar coisas não! Esse sentimento não tem nada a ver com coisas novas, tem a ver com novos olhares, mesmo que sobre as mesmas coisas. Por exemplo o desafio de colocar seus móveis numa sala nova, talvez até aí você veja que ainda tem coisas demais!

4. A chance de acertar onde se errou antes
Quando mudei pra SJC ainda não tinha ideia de que trabalharia na internet, então nada foi pensado pra essa atividade. No meio do caminho até tentamos fazer umas modificações pra melhorar a mobilidade das minhas gravações, mas ainda não era o ideal. Aqui é diferente, já chegamos com os erros e acertos listados na cabeça.

5. A oportunidade de um novo começo
Quantas vezes pensamos em como seria bom poder recomeçar alguma coisa, em todas as coisas que faríamos de outro jeito e em tudo que seria diferente. Mudanças de casa podem ser a porta aberta pra isso. Temos uma casa nova, (no meu caso uma cidade nova também) uma tela nova pra pintar, novos lugares pra conhecer, amizades pra fazer, gente boa pra cruzar nosso caminho. E, se você tiver uma pessoa pra dividir a vida, porque não um novo começo no relacionamento também? Vamos deixar as velhas brigas na casa antiga, aproveitar cada passinho da casa nova juntos. Tudo depende do tanto de otimismo que você emprega!

 

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Segunda mudança em NY

 

Estou tentando não ser ansiosa demais, deixando tudo tomar o curso normal e fazendo uma coisa de cada vez, mas é difícil. Parece que a vida está me escapando, que o controle fugiu da minha mão. Mas agora só me resta paciência mesmo. E pastinhas de ideias no Pinterest haha

E o mais importante de tudo: Em vez de reclamar por ter que mudar, decidi agradecer a oportunidade de um novo ciclo e um novo começo!

E vocês, já mudaram muito? Me contem!

RESENHA – BASE MATTE MÉDIA COBERTURA TRACTA | #amigaseblogs

Falando sobre: Maquiagem
07 dez 2016

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Eu adoro testar bases, amo muito mesmo. Sempre fico feliz quando tenho a oportunidade de usar uma base nova, testar cobertura, duração, acabamento.

Essa postagem faz parte do #amigaseblogs então lá no blog da Giuli também tem resenha de base!

Estava passeando numa perfumaria e encontrei essa base da Tracta. Nunca tinha usado bases da marca, mas o corretivo líquido é um dos meus queridos do coração, então porque não? O preço estava bem camarada, R$26,00, então trouxe pra casa.

A marca já tinha a base de Alta Cobertura e agora lançou a de Média. A embalagem é um tubo bem simples, com tampa de rosca que veda bem. Está escrito que ela é oil free, com vitamina E e de secagem rápida. Vamos ver se cumpre tudo isso?

 

 

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Comprei a cor 2, que ficou de acordo com meu tom de pele. Usei a base algumas vezes, em dias que precisei ficar com ela por bastante tempo, assim tive certeza de como ela se comporta.

Ao apertar o frasco a base sai bem de vagar, pois é bem grossinha. Por ser mais grossa, rende bastante, pouco produto cobre o rosto todo.

 

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Sobre a média cobertura, eu diria que é mais pra alta que média, talvez entre as duas. Ela cobre muito bem e fica uniforme, é do tipo reboquinho. Mas eu não sou uma pessoa ‘make natural’, não posso negar que amo uma argamassa, então isso não foi problema. Gostei muito da cobertura.

 

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Passei sobre minha tatuagem pra mostrar a cobertura dela.

A promessa era secagem rápida, mas na minha pele não foi bem assim. Das primeiras vezes que usei, achei que estava demorando muito pra secar, então passei pó. Tentei esperar mais, mas ela não tinha fim de secar: ficava sempre com aspecto úmido e no fim eu passava sempre uma camada de pó. E a camada de pó teve que ser reaplicada a cada 3 ou 4hs, o que eu achei um pouco chato, mas razoável. Bom, a promessa de secagem não foi cumprida.

Durante o tempo que testei ela se comportou bem, sem escorrer ou ficar falhada, mesmo em longos períodos. Isso é importante pra mim, porque eu tenho pavor de base que ‘se move’, daquelas que você passa e uma hora depois tem lugares sem base ou poros aparentes ou pior ainda, escorrida. Então nesse quesito, essa base passou!

Outro ponto muito importante pra mim é a transferência. Simplesmente me irrita demais atender o celular e ele ficar todo bege de base. E nesse ponto a base não foi muito legal. Ela transfere bastante, tanto no celular quanto se vc tocar o rosto com um pouquinho de pressão. Mas não é uma tragédia também, ela transfere, mas tomando cuidado pra não abraçar apertado ninguém de camisa branca, tá tudo certo!

A duração dela não é ruim, durou em torno de 6h sem ficar falhada. Depois disso comecei a sentir em volta do nariz ficando sem base. É uma base legal, mas eu não usaria em eventos mais refinados, como um casamento.

 

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Resumo da ópera: é uma base de cobertura média para alta, uniforme, fácil de usar e se comporta bem ao longo do dia. Não seca rápido, mas resolve com pó. A duração, quando usada com pó, é rasoável. Então, pelo preço e pontos positivos, acredito que vale a pena!

Tem bases melhores? Tem sim, mas pelo preço dessa, eu gostei bastante!

Comprei a minha na perfumaria Mega Vale, aqui em São José dos Campos/SP.

E você, já usou essa base? Tem alguma queridinha nacional? Me conta!

Beijo!

COMO USAR SALOPETE | #amigaseblogs

Falando sobre: Moda, Tendência
09 nov 2016

Quando eu tinha uns 8 anos, minha mãe fez uma salopete vinho com as pernas de uma calça dela pra mim. Como o tecido era meio grosso, ficava coçando usar sozinha, então eu usava com uma camiseta branca por baixo.
Mal sabia eu que estava sendo uma visionária e, em 2016, aquele look que minha mãe chamava de desleixado, ia virar uma super tendência fashionista!

Agora que já passei pelo meu momento nostalgia, vamos conversar sobre a Salopete!
Esse post é uma colab com a Giuli, então ela também fez uma postagem com o mesmo tema no blog dela #amigaseblogs <3

 

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A Salopete é bem conhecida lá dos ano 90. Ela é prima da jardineira, só que em vez de um shortinho embaixo, tem uma saia! Normalmente é feito em tecidos mais grossos como jeans, sarja e, num material que muito me agrada, o veludo.

Essa peça está vindo com muita força para o verão, mas ela é tão versátil que vai ficar pro inverno sem esforço nenhum. Basta adicionar meia calça e blusa. Compra inteligente é assim, tem uso o ano inteiro!

O material pesado dá toda a cara de casual, principalmente com a combinação que eu amava: camisetas.

Então a primeira forma de usar que apresento é essa bem simples. Com camiseta:
Qualquer camiseta está valendo aqui, de banda, branca basiquinha, ampla, justa. Mas se for listrada então, close certíssimo!

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Peças Românticas:
Também fica linda com blusinhas mais delicadas, contrasta a levesa com o peso da salopete.

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Com Tênis:
O que não fica bom com tênis, né? Esse tênis branco que já está no topo há um tempo, tem tudo a ver com a pegada descolada (e repara que todo mundo está com a blusa listradinha!).

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Enfim, dá pra usar a salopete com praticamente tudo que você já tem no armário!

Faz tempo que não vejo uma peça tão versátil assim, por isso mesmo fiz uma versão pra mim. Mas isso é assunto pra semana que vem 🙂

E você, gosta da Salopete? Com qual combinação você prefere?

Beijo!

 

VIVENDO SEM CARNE – OU MINHA TRANSIÇÃO PARA O VEGETARIANISMO

Falando sobre: Cotidiano
26 out 2016

Antes de começar com o assunto, quero deixar bem claro que essa não é uma postagem com algum tipo de doutrinação, muito menos quero te obrigar a nada. Quero só compartilhar minha experiência num processo que estou passando, ok?
Não sou nem um pouco extremista, acredito que cada um tem direito das próprias escolhas e, mesmo eu deixando de comer carne, meu noivo continua comento dentro da nossa casa e pra mim está tudo bem. Come quem quer, deixa de comer quem quiser também. Nossa amizade continua a mesma, não vá embora por isso, tá bem? 🙂

 

 foto: dc-vegan.com

 

Há muito tempo atrás, eu devia ter uns 18 anos (já tenho 27), estava eu passeando pela Avenida Paulista, em São Paulo, quando uma pessoa me chamou pra ver uma coisa numa tv instalada alí na calçada. Na tv passava um documentário bem violento sobre como é feito o abate de animais para o consumo humano. Eu entrei em choque e, na mesma hora, decidi que não comeria mais carne.

Parei assim, do nada. E do mesmo jeito que parei, voltei a comer tudo de novo. Sim, porque não houve nenhuma transição, eu simplesmente parei e não me preocupei com todos os anos que passei comendo carne e muito menos com quais alimentos eu iria fazer a substituição. Então, depois de uns meses, estava eu me acabando numa churrascaria.

O tempo passou e eu, sinceramente, não acho que chocar com imagens sangrentas foi o melhor caminho pra mim. Adiantou na hora? Sim, mas foi fogo de palha. Não foi uma decisão pensada, foi uma decisão tomada pelo choque das imagens. Então hoje, EU (sim, EU!) acho que conscientizar e deixar as pessoas entenderem sozinhas, tirarem as próprias conclusoões e fazerem suas escolhas é a forma menos invasiva e mais garantida de gerar mudanças.

 

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Bom, independente da motivação inicial, a idéia de deixar de comer carne nunca saiu da minha cabeça. Passei os últimos anos comendo normalmente, mas sempre com aquele sentimento de que talvez eu estivesse fazendo uma escolha ruim para minha vida (de novo, MINHA vida, ok?). Mas é difícil deixar costumes tão enraizados de lado. Deixando mais claro, é difícil sim parar de comer carne, porque é tradicional, porque dá trabalho e porque é gostoso.

Eu cresci numa família que fazia churrasco quase que semanal. Meu pai é das antigas, não gosta de mato no prato, mas gosta de variedade de mistura, ou seja, eu jantava quase que frequentemente arroz, feijão e de mistura, linguiça+ovo+frango ou um combo envolvendo bife ou presunto. Pois é…

Meu pai também fazia o melhor churrasco de todos, então além do costume, comer carne sempre foi uma ação de família e, não posso mentir, é muito gostoso. Churrasco é uma delícia, isso é um fato pro meu paladar.

Mas com o passar dos anos, cada vez mais, comer carne parecia não fazer sentido pra mim. Há 5 anos adotei a Laura e há quase 1 ano, nasceu a Frida no meu coração. As duas são adotadas e tiradas de situação de risco.
E nesse meio tempo eu também me envolvi com proteção animal. Já resgatei cães, já doei alguns, já ajudei de outras formas mais uns outros… e essa atividade me faz bem, pois descobri que amo mesmo cachorro, amo de todo o meu coração e quero fazer o que eu puder, pras minhas duas filhas aqui em casa e pra todos que eu conseguir enxergar.

 

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Laurinha <3

*Laura, em toda sua finesse nas flores.

E com essa preocupação com os cães, um peso caiu sobre minha cabeça: Salvo os cães, mas o boi vai pro meu prato.

A frase é exatamente essa. Passa na minha cabeça praticamente em todas as refeições, em todas as vezes que vejo um cachorro na rua, ou seja, sempre. Me sinto hipócrita fazendo de tudo por cachorros e não me preocupando com outros animais. E se sentir hipócrita é uma coisa que consome a gente, faz mal. E eu não queria mais me sentir assim.
Então decidi que a hora era agora e que se eu queria mesmo parar de comer carne, precisava me planejar e me comprometer.

 

foto: reddit.com

foto: reddit.com

 

Pesquisei em sites sobre vegetarianismo e descobri que parar a carne vermelha era o primeiro passo. Então que fosse. E em agosto desse ano deixei de comer carne bovina e suína. Sim, o bacon foi nessa leva.

Nao achei difícil pular a vermelha, só fiquei um pouco preocupada em comer fora e ver um bacon, porque eu gosto muito de bacon. Como disse antes, carne é gostoso, né?
Então chegou o dia de enfrentar o bacon. Fui jantar na casa de uma amiga e esqueci de avisar que estava no processo, aí dei de cara com a minha pizza favorita da vida: Brócolis com Bacon. Tive um mini ataque de pânico, olhei pro André e ele foi bem direto: –Tira o bacon e come queijo e brócolis. Ponto final, sem dó nem piedade. Aliás a frase veio até com uma cara fechada junto.
Mas sabe de uma coisa? Foi ótimo, porque eu estava sentindo pena de mim mesma por não poder comer o bacon e ele jogou a real na minha cara. Eu quero uma mudança de vida e vou ficar sendo mimada? Não, não vou.

Tirei o bacon e comi a pizza, descobri alí que o medo era frescura minha mesmo. Não senti vontade de comer o bacon, fiquei feliz com o queijo sobre meu vegetal favorito.

Dessa situação saiu uma lição: quem quer mudar tem que ser forte e não pode sentir pena de si mesmo.

 

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Sabendo que eu estava tranquila pra continuar o processo, decidi ficar uns meses sem a carne vermelha pra me adaptar direitinho. Nesse meio tempo comecei a me consultar com uma nutricionista, expliquei que carne vermelha estava fora da minha alimentação e que queria fazer a transição suavemente, também mostrei minha preocupação com relação aos treino de MMT, que estou fazendo. A reação dela foi super positiva, disse que não tem problema nenhum treinar e ser vegetariano e me fez um cardápio livre de carne vermelha e rico em outras fontes de nutrientes, pra essa primeira etapa.

O cardápio está sendo tranquilo de seguir, ainda como frango e peixe, então as opções são legais. A carne vermelha ainda não fez falta nenhuma nesses dois meses longe dela, então acredito que nunca fará.

Resumindo tudo, estou muito feliz com meu progresso, já descobri que atividades físicas não são afetadas pela ausência de carne e, até agora, tudo está sendo bem tranquilo. E o melhor de tudo é que essa transição está me fazendo me sentir um tantinho menos hipócrita. É só um pouquinho, mas tenho fé que daqui a pouco esse sentimento vai me deixar de vez 🙂

E você, o que acha sobre a transição para o vegetarianismo? Estou querendo mostrar minhas receitas aqui, o que acha?

Beijo!

LOOK TOP DE VERÃO DIY

Falando sobre: Costura, Diy, Looks, Vídeos
24 out 2016

Hoje é segunda, dia oficial de vídeo no canal! haha

Brincadeiras à parte, trouxe um passo a passo com um top bem legal pro verão. Eu usei o que sobrou de neoprene da Saia Lápis que fiz no começo do mês.
Esse top é ótimo também pra ser usado como parte de cima de biquini, é só fazer um pouco mais curto!

Amo essa estampa, então tenho certeza que irei usar demais essa peça. Aliás, tanto ela quanto a saia, que dá pra fazer parzinho e parecer um vestido.

Aqui estão algumas fotos do top. E pra você não ficar só babando nele, o passo a passo está no final do post. Espero que goste! 🙂

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O que achou do look e do diy do top? Me conta!

Beijo!