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LOOK DA KA: BODY/MAIÔ | DIY

Falando sobre: Costura, Diy, Looks, Vídeos
30 2017

Fiquei sumida do canal durante quase todo o mês de janeiro, mas não podia abandonar vocês. E hoje trouxe um vídeo com tutorial pra um body BAPHO e super simples de executar.

Eu sou apaixonada por maiôs, quase não uso biquinis. Na verdade até uso, mas a parte de baixo tem que ser hot pant, que é aquele modelo estilo ‘calçola da vovó’, cobrindo tudo. Assim mesmo que eu gosto!
Acho maiô super elegante, além de deixar confortável, sem medo de perder uma peça na água haha

Verão ainda está aí e quem não quer aproveitar até o último momento, né? Ainda mais que o carnaval ainda nem chegou… Vamos ficar riquíssimas com esse body sucesso!

No final desse post te conto como fazer esse modelo lindo, então desce a barra até o fim 🙂

Você vai precisar de malha para praia, se quiser usar como maiô, porque ela não fica transparente quando mola. Também precisa de uma calcinha de biquíni, de preferência cintura alta, além do kit de costura de sempre.

Se você ainda não sabe como costurar malha, sugiro dar uma olhadinha no vídeo onde ensino a fazer isso, só clicar aqui!
Também uso a clonagem de roupas, que você encontra aqui!

E pra fazer o seu é só seguir o tutorial abaixo. Espero que você arrase muito <3

 

O que achou do body? Gosta de maiôs também ou só usa biquínis?

Beijo!

LOOK TOP DE VERÃO DIY

Falando sobre: Costura, Diy, Looks, Vídeos
24 2016

Hoje é segunda, dia oficial de vídeo no canal! haha

Brincadeiras à parte, trouxe um passo a passo com um top bem legal pro verão. Eu usei o que sobrou de neoprene da Saia Lápis que fiz no começo do mês.
Esse top é ótimo também pra ser usado como parte de cima de biquini, é só fazer um pouco mais curto!

Amo essa estampa, então tenho certeza que irei usar demais essa peça. Aliás, tanto ela quanto a saia, que dá pra fazer parzinho e parecer um vestido.

Aqui estão algumas fotos do top. E pra você não ficar só babando nele, o passo a passo está no final do post. Espero que goste! 🙂

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O que achou do look e do diy do top? Me conta!

Beijo!

MINHA VIAGEM AO PERU: CUSCO – parte #2

Falando sobre: Vídeos
11 2016

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Hoje vou contar sobre minha chegada em Cusco e os passeio que fiz pela região. Mas antes de começar, vou tentar explicar um pouco como tudo funciona, porque essa foi uma tarefa meio confusa até mesmo pra mim, já estando lá.

Cusco, em Quíchua (língua falada pelos Incas) significa o umbigo do mundo, ou seja, onde tudo se concentra e se conecta. Portanto a maior parte das ruínas dos povos incas e pré-Incas estão em Cusco e seus arredores, assim como as marcas dos conquistadores espanhois, na presença de muitas igrejas e referências da religião cristã.

Então você pode imaginar que ruínas e belezas naturais são extremamente exploradas pelo turismo local, por isso mesmo é que tudo, absolutamente tudo, é pago. Para entrar nos principais parques você precisa, antes de qualquer coisa, comprar o Boleto Turistico – Ticket que se deve apresentar na entrada das atrações para poder entrar, vão furar o local correspondete pra você não poder entrar duas vezes sem pagar a segunda. Também é possível comprar entradas avulsas, assim que chegar ao local, mas vai sair bem mais caro que comprar tudo de uma vez.

 

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Além do boleto, também é necessário adquirir condução e guia separadamente. Você pode ir sozinho, mas não recomendo, pois sem uma pessoa contando a história e magia do local, vamos só ver um monte de pedras e ficar boiando. Conseguir isso é fácil, tem dezenas de agências turísticas espalhadas pela cidade que fazem esse serviço. Eu comprei direto no hostel, tinha uma pequena agência no pavimento principal, os preços eram melhores que das agências que perguntei e o ônibus saía de um ponto quase em frente a entrada do hostel.

Dito isso, vou passar pras minhas primeiras experiências na cidade 🙂

 

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A cidade é muito alta, percebi isso logo na chegada pelo incômodo ao andar e respirar. Não é nada insuportável, mas subir um lance de escada me cansou como se fosse uma escada infinita rs. Além do cansaço e falta de fôlego, podemos sentir dores de cabeça, náuseas e disfunção do trato intestinal. Só que com alguns cuidados nada disso vai acontecer: eles usam e abusam da folha de coca em chás, balas e ela própria para mascar; a folha de coca tem propriedades que evitam o temido Soroche ou Mal da Altitude e vão te fazer sentir bem melhor. Além disso, tire o primeiro dia para ambientação, não marque nada no roteiro, vá só andar um pouco pelo centrinho da cidade, que é minúscula. Coma coisas leves, como alguma sopinha ou prato de quinoa, que costuma cair bem, tome muita água, não se esforce e evite ao máximo tomar álcool. Na manhã seguinte já vai estar tudo ótimo pra começar o divertimento! 🙂

Fiquei no mesmo hostel de Lima, Pariwana. Esse é bem mais legal, uma casa colonial de mais de 400 anos, com um pátio enorme e com uma vibe maravilhosa!

 

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O primeiro dia, como citei, fiz somente ambientação, tomei uma sopinha de legumes e um suquinho de lúcuma, fruta popular por lá. André comeu uma massa vegetariana e tomou a famosa Chica Morada, bebida feita a partir do maíz morado, um milho roxo escuro. A chica é uma delícia, vale a pena pedir!

Passeamos um pouquinho pela Praça de Armas e, ao anoitecer, comemos numa confeitaria lindinha, La Valeriana, com doces muito bons e preços ótimos. Experimente o Tres Leches, simplesmente maravilhoso.

 

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Para o dia seguinte já separamos visitas a sítios arqueológicos. Os principais passeios são: City Tour, Vale Sul, Maras/Moray e Vale Sagrado. Cada um deles dura metade de um dia e o ônibus passa por vários lugares.

Pra quem curte história, o circuito fica legal na ordem que descrevi acima, mas como nem tudo são flores, não estaria disponível essa ordem para as datas que eu precisava. Por isso, minha primeira parada foi Vale Sul.

O Vale Sul Passa por Tipón, uma amostra ainda em funcionamento da engenharia hidráulica dos povos andinos. É inacreditável ver a engenhosidade daquele sítio, foram unidos vários lençois freáticos e a água direcionada para varias calhas que se separam e se juntam, na intenção de tornar a água própria para consumo. Insano!

 

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Depois de lá, fomos para Pikillacta, a primeira cidade organizada da era, com praça central, ruas e bairros. O nome significa cidade das pulgas, referência a estatura daquele povo.

 

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Também visitamos Andahuaylillas, que é uma igreja barroca toda construida por andinos. Infelizmente não é permitido fotografar lá dentro, mas vale a pena!

 

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Voltamos pouco depois da hora do almoço e fomos ao restaurante Limo, na praça de Armas de Cusco. É um restaurante mais refinado, com preços mais altos, mas a comida vale muito a pena. Comemos ceviche e umas bolinhas de mandioca com queijo, que eu não lembro como chamava. Para beber foi Pisco Sour e uma limonada maravilhosa com côco, recomendo fortemente tudo, principalmente as bebidas!

 

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Fomos também conhecer a famosa pedra de 12 ângulos. Segundo a tradição, se você não visitar a tal pedra sua ida a Cusco não significou absolutamente nada!

Dica: quando for ver a pedra não deixe nenhum local vir te explicar sobre ela ou qualquer outra coisa, pois se você ouvir, ele te cobrará pelo menos 10 soles de ‘propina’…

 

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Aproveitamos pra dar uma passeada pela praça de armas, estava acontecendo desfiles lindos, já que era a semana do Inti Raymi, festa mais importante de Cusco que celebra o deus sol.

A bandeira colorida é o símbolo de Cusco e, como um dos guias me explicou, é diferente da bandeira LGBT pois as cores estão em lugares diferetes e a cusquenha tem o branco.

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Como foi nosso primeiro dia de caminhada nos parques, porque olha… a gente anda nesses passeios (como anda!), estávamos exaustos e ficamos pelo hostel a noite e dormimos cedo.

Pra não deixar o post muito longo, vou deixar 2 dias para cada post, ok?

O que você está achando da minha viagem? Me conta nos comentários!

Beijos!

 

Veja Também:

Viagem ao Peru: Lima – parte #1

 

 

TRANSFORMANDO CAMISA MASCULINA EM VESTIDO!

Falando sobre: Costura, Moda, Vídeos
21 2016

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Já tem tempo que estou querendo aprontar umas reformas. Adoro criar coisas do zero, mas poder dar um destino feliz pra uma roupa velhinha que não é mais usada, me faz abrir um sorrisão!

Já dizia o ditado “a criatividade nasce da necessidade“, talvez por isso eu sempre estive perto das reforminhas de roupas. Venho de uma família humilde, roupa pra mim era coisa de luxo, só ganhava uma calça e uma blusa no Natal, então a opção era ser criativa! Ajustava minhas calças largas, ampliava calças justas, transformava camisetas em bolsinhas e assim vivia tendo roupa ‘nova’ sem gastar nem um centavo.

Pensando na possibilidade de mostrar novos caminhos pra gente driblar esse período de vacas magras e também dar mais um passinho contra o mercado, estou planejando fazer no canal e aqui no blog uma série falando de reformas, tornando roupas velhas em peças e atuais.

Esse primeiro vídeo ficou muito fácil e uma gracinha! Nasceu de uma situação meio desastrada…

André rasgou o punho de uma camisa social esses dias e eu pensei em cortar as mangas e fazer bainha, mas ele jamais usaria camisa de mangas curtas… Então a pulguinha costureira atrás da minha orelha achou que seria legal fazer um vestido!

Vamos fazer?

1. Com a camisa aberta, corte as mangas

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2. Corte numa linha reta logo abaixo da gola

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3. No avesso, feche a abertura das cavas com alfinetes. Ainda no avesso, experimente e desloque os alfinetes de forma que as laterais se acomodem bem às curvas do seu corpo

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4. Costure na linha dos alfinetes, corte as sobras e faça ponto zig-zag para acabamento

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5. na extremidade superior, dobre duas vezes, alfinete e costure para fazer uma bainha

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Pronto!

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Também tem um vídeo no canal com o passo-a-passo todo explicadinho. Vem ver!

Se você fizer me manda foto na página do canal no facebook, que eu quero muito ver <3

O que você achou desse DIY? Me conta nos comentários!

Beijos!

NOIVA POR UM DIA

Falando sobre: Casamento, Costura, Moda, Vídeos
20 2016

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Vou dividir um segredo aqui com vocês: nunca me imaginei vestida de noiva! Essa coisa de festa grande, vestido branco e tudo mais pareciam muito longe de mim.

Isso não quer dizer que eu não queria ter uma vida ao lado de alguém, dividir as alegrias e sentimentos, só não sonhava mesmo em ter um casamento tradicional.

Por esse motivo, quando recebi o contato do blog Casando Assim, pude experimentar um sentimento completamente novo. Fui convidada a costurar um Vestido de Noiva e a modelo, bem… seria eu mesma!

 

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Foi um desafio, mas que me trouxe muita alegria! Fiz o vestido, gravei todo o passo-a-passo e, algumas semanas atrás pude vestí-lo e me sentir uma noivinha por um dia.

Esse dia não foi  um casamento de verdade, foi um shooting, mas mesmo assim foi especial. Aconteceu numa fazenda, na cidade de Areias, interior de São Paulo, um lugar lindo, cheio de paisagens encantadoras!

Não vou contar tudo sobre esse dia não, vou deixar vocês verem e se apaixonarem pelo meu vestido de noiva 🙂

 

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E antes que eu me esqueça, na próxima quinta feira, dia 23 de junho, sai no nosso Canalzinho no Youtube um vídeo tutorial desse sonho vestido! Então não esquece de passar por lá pra aprender. Oportunidade única, hein <3

Confira aqui o vídeo do making off, que a Renata do Casando Assim fez desse dia:

 

[youtube width=”750″ height=”444″]https://youtu.be/lDWetyvKLjo[/youtube]